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Mundo Over

Equipe Over na disputa da OBA, que reúne mais de 900 mil alunos

Hoje (dia 27 de maio) e amanhã, acontece a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Na sua 24ª edição, são mais de 900 mil alunos de todo país e a equipe Over está pronta e engajada para disputa.

Em 24 anos de existência, a OBA, maior olimpíada científica do país, já superou a marca dos 12 milhões de participantes e distribui anualmente cerca de 50 mil medalhas. A edição de 2020 contou com mais de 440 mil inscritos.    

A olimpíada é dividida em quatro níveis – os três primeiros são para alunos do ensino fundamental e o quarto para os do ensino médio – e a prova é composta por dez perguntas: sete de astronomia e três de astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico. As medalhas são distribuídas conforme a pontuação obtida por cada nível. Os melhores classificados na OBA representam o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2022. E os participantes dessa edição ainda vão concorrer a vagas nas Jornadas Espaciais, que acontecem em São José dos Campos (SP), na qual os participantes recebem material didático e assistem a palestras de especialistas.

A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Universidade Paulista (UNIP).

Além de ter crescido, a OBA se multiplicou ao longo dos seus 23 anos. Dentro da olimpíada, foi criada a Mostra Brasileira de Foguetes, a MOBFOG, que cresce anualmente com alunos lançando seus foguetes aos céus do Brasil.

Mas não é só isso. Também nasceram as Jornadas Espaciais, as Jornadas de Foguetes, os Acampamentos Espaciais e os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREA). Este último, promovido desde 2009, já capacitou cerca de 10 mil professores, passando por mais de 80 cidades do país, até mesmo na longínqua Oiapoque, no extremo norte do Amapá. Ele é realizado com parcerias locais e, principalmente, com recursos obtidos junto ao CNPq. Outro projeto promovido pela olimpíada é o OBA de Olho no Céu, que leva astronomia para cerca de 25 mil alunos por ano, por meio do seu Planetário Digital.

Segundo o coordenador da OBA, o professor e astrônomo Dr. João Canalle, a olimpíada tem como missão debater e compartilhar práticas pedagógicas voltadas a essas disciplinas, além de divulgar o valor dessa ciência em âmbito nacional. “Queremos levar a maior quantidade de informações sobre as ciências espaciais para a sala de aula, despertando o interesse nos jovens e promovendo a disseminação dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa entre professores e alunos, além de mantê-los atualizados”, reforça.

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Equipe Over na disputa da OBA, que reúne mais de 900 mil alunos

Hoje (dia 27 de maio) e amanhã, acontece a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Na sua 24ª edição, são mais de 900 mil alunos de todo país e a equipe Over está pronta e engajada para disputa.

Em 24 anos de existência, a OBA, maior olimpíada científica do país, já superou a marca dos 12 milhões de participantes e distribui anualmente cerca de 50 mil medalhas. A edição de 2020 contou com mais de 440 mil inscritos.    

A olimpíada é dividida em quatro níveis – os três primeiros são para alunos do ensino fundamental e o quarto para os do ensino médio – e a prova é composta por dez perguntas: sete de astronomia e três de astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico. As medalhas são distribuídas conforme a pontuação obtida por cada nível. Os melhores classificados na OBA representam o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2022. E os participantes dessa edição ainda vão concorrer a vagas nas Jornadas Espaciais, que acontecem em São José dos Campos (SP), na qual os participantes recebem material didático e assistem a palestras de especialistas.

A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Universidade Paulista (UNIP).

Além de ter crescido, a OBA se multiplicou ao longo dos seus 23 anos. Dentro da olimpíada, foi criada a Mostra Brasileira de Foguetes, a MOBFOG, que cresce anualmente com alunos lançando seus foguetes aos céus do Brasil.

Mas não é só isso. Também nasceram as Jornadas Espaciais, as Jornadas de Foguetes, os Acampamentos Espaciais e os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREA). Este último, promovido desde 2009, já capacitou cerca de 10 mil professores, passando por mais de 80 cidades do país, até mesmo na longínqua Oiapoque, no extremo norte do Amapá. Ele é realizado com parcerias locais e, principalmente, com recursos obtidos junto ao CNPq. Outro projeto promovido pela olimpíada é o OBA de Olho no Céu, que leva astronomia para cerca de 25 mil alunos por ano, por meio do seu Planetário Digital.

Segundo o coordenador da OBA, o professor e astrônomo Dr. João Canalle, a olimpíada tem como missão debater e compartilhar práticas pedagógicas voltadas a essas disciplinas, além de divulgar o valor dessa ciência em âmbito nacional. “Queremos levar a maior quantidade de informações sobre as ciências espaciais para a sala de aula, despertando o interesse nos jovens e promovendo a disseminação dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa entre professores e alunos, além de mantê-los atualizados”, reforça.

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